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Publicado em: 02, Novembro 2020

CONCURSO CIDADES DO VINHO: Adiado para 6 a 9 de maio de 2021

> Reabertura das inscrições: até ao dia 16 de abril de 2021
 
A Associação das Rotas dos Vinhos de Portugal (ARVP), enquanto entidade organizadora do Concurso Cidades do Vinho, vem comunicar a todos os Produtores e Municípios participantes o seguinte:
 
Tendo em conta os recentes desenvolvimentos causados pela pandemia e, de forma ponderada e privilegiando a segurança das entidades, júris e restante pessoal técnico a participar no Concurso Cidades do Vinho, a ARVP decidiu que:
Em articulação com a Associação de Municípios Portugueses do Vinho, Câmara Municipal de Lagoa e Comissão Vitivinícola do Algarve concluiu-se que, face à evolução da situação pandémica que o país atravessa, deixaram de estar reunidas as condições para poder assegurar a realização do Concurso nas datas originalmente previstas. Assim, com o objetivo de corresponder aos desejos de Produtores e Municípios, entendeu a ARVP adiar o Concurso Cidades do Vinho para os dias 6 a 9 de Maio.
 
Considera-se assim que à nova data estipulada o envio das respectivas amostras pode ser remetido até ao dia 23 de Abril para a seguinte MORADA DE ENVIO: Rua Joaquim Eugénio Júdice, 8400-325, LAGOA, CONVENTO DE SÃO JOSÉ
Deste modo, comunicamos que a reabertura das inscrições decorre até ao dia 16 de Abril de 2021.
O prazo de entrega das amostras para o XIX International Wine Competition Città del Vino,a realizar em Castelvetro di Modena (Castello di Levizzano Rangone) de 20 a 23 Maio 2021, será até ao dia 23 de Abril em Santarém, casa dos Territorios Vinhateiros, no CNEMA.

 

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Mais de 550 vinhos inscritos até final de outubro. Os produtores nacionais "responderam de forma muito positiva" ao desafio da Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV) e da Associação das Rotas dos Vinhos de Portugal (ARVP). 

José Arruda, secretário-geral da AMPV, reconhece que "no nosso horizonte esteve desde o início o patamar dos 500 vinhos, mas também tivemos sempre presente o momento muito difícil que atravessamos e que tanto afeta a economia nacional, nomeadamente os pequenos produtores, muitos deles vitivinicultores com empreendimentos enoturísticos que estão com a sua atividade praticamente parada".

Contudo, "os produtores nacionais aderiram de uma forma muito positiva e a adesão superou as nossas expectativas", revela, acrescentando que "os produtores demonstraram, por um lado, que este concurso é importante nesta fase complicada da pandemia, porque a melhor forma de ultrapassar as dificuldades é não parar, e este concurso vai precisamente reconhecer e prestigiar aqueles que continuam a trabalhar, a fazer excelentes vinhos; e por outro lado os produtores deram também um sinal de confiança, de que o caminho que temos de seguir passa pela valorização integrada e conjunta do vinho e do território. E este concurso distingue-se de qualquer outro precisamente por isso, por ser um concurso que dá o devido e merecido valor ao território onde os vinhos são produzidos". 

José Arruda lembra ainda que "este é um concurso diferente de todos os outros porque não falamos só de vinhos, falamos do nosso território, da sua riqueza, das suas potencialidades, da sua identidade, envolvendo os municípios. Acredito que este fator diferenciador tenha sido decisivo para o Presidente da República, que atribuiu a este nosso concurso o seu Alto Patrocínio, o que muito nos orgulha".  

Aumentam também as expectativas para o Concurso Europeu de 2021

Uma outra característica que torna este concurso singular é a possibilidade de participação em dois concursos, ou seja, os vinhos inscritos no Concurso Cidades do Vinho ficam automaticamente inscritos no Concurso Europeu que irá decorrer em maio 2021 em Itália, e que há 18 anos é promovido pela associação italiana Città del Vino. Também para este concurso as expectativas da participação portuguesa estão agora bem altas.

"Se ao longo destes últimos anos Portugal tem estado em destaque neste concurso — a seguir a Itália, somos o país com maior número de vinhos participantes e com mais medalhas — acreditamos que a edição do próximo ano será histórica para Portugal. Vamos bater o recorde de amostras e estou muito convencido que iremos também bater o recorde de prémios. Iremos mostrar ao mundo que a excelência, diversidade e singularidade dos nossos vinhos são uma realidade, são o espelho do nosso território. É isso que o concurso nacional e o concurso europeu pretendem dar a conhecer: a excelente qualidade dos vinhos portugueses aliada a um território cheio de vida, de cultura, tradições e de experiências para oferecer", afirma José Arruda. 

O júri do Concurso Cidades do Vinho 2020 é presidido por António Ventura e a avaliar os mais de 550 vinhos inscritos estarão alguns dos mais conceituados provadores nacionais. 

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